sexta-feira, 29 de julho de 2011

Mulher leu a Bíblia toda 213 vezes

Adelina Souza dos Santos, que reside em Niterói (RJ), aos 92 anos de idade esta lendo a Bíblia pela 213ª vez.
Membro da Primeira Igreja Batista, Adelina por dificuldades de locomoção e com saúde frágil, depois de resistir quatro AVCs (Acidente Vascular Cerebral) e usando aparelho auditivo, porém ainda lúcida, lê a Bíblia em casa mais de uma vez por ano de forma integral.
Segundo a rotina de Adelina, o tempo diário dela reservado à leitura das Sagradas Escrituras é de 7 a 8 horas. Adelina conta que faz 50 anos que seu coração começou a arder pela leitura da palavra.
“Foi o testemunho de fé do meu sogro que me motivou a ler a Bíblia inteira”.
“Cada vez que leio, sinto me aproximar mais de Deus. Tenho o conhecimento do poder divino e de sua misericórdia com as pessoas”.
Enquanto muitos pastores e sites evangélicos tentam desafiar os Cristãos em um plano de leitura bíblica de um ano, Adelina costuma ler a Bíblia inteira em três meses.
Apesar de muitos pensarem que Adelina tem a Bíblia inteira gravada na cabeça, ela diz que não tem, tem apenas uma porção de versículos gravados de cada um dos 66 livros da Bíblia.
“É impossível gravar a Bíblia inteira. A Palavra do Senhor cada hora tem algo novo para ensinar”, segundo a Sociedade Bíblica do Brasil.
Segundo uma pesquisa realizada pelo editor e jornalista da Abba Press & Sociedade Bíblica Ibero-Americana, Oswaldo Paião, cerca de 50,68% dos pastores e líderes nunca leram a Bíblia Sagrada inteira pelo menos uma vez.
Outro estudo feito pelo instituto George Barna, conforme Charles Colson e Harold Ficket: 70% dos norte-americanos não são capazes de citar cinco dos dez Mandamentos; e o mais cômico é que 50% dos jovens do último ano do ensino médio chegam a pensar que Sodoma e Gomorra eram casados.
Considerando esse contexto do meio evangélico em relação a leitura bíblia, Adelina é um exemplo até mesmo para líderes e pastores evangélicos, sua dedicação à leitura bíblica já foi reconhecida por diversas vezes pela a SBB (Sociedade Bíblica Brasileira) a qual lhe agraciou com vários certificados do programa de leitura bíblica em um ano.

Profetisa evangélica incentiva não usar medicamentos porque farmácia significa feitiçaria

A “profetisa” Ana Méndez Ferrell do ministério Voice of The Light tem pregado contra a venda de remédios incentivando os cristãos a não mais consumi-los, pois, de acordo com ela, a indústria farmacêutica é  dominada por um demônio e por isso é a causadora da morte de milhões de pessoas no mundo.
Esse discurso gerou um  livro “Pharmakeia, o Assassino da Saúde” onde ela revela “a origem das enfermidades e como destruí-las com o poder de Jesus Cristo, além de ensinar como quebrar os laços com Pharmakeia e com as estruturas erguidas em sua mente e corpo para matá-lo”.
Ana Méndez é uma mexicana que mora nos Estados Unidos onde esse livro foi lançado em 2009. Agora a controvérsia obra contra os remédios chega ao Brasil devido à popularidade dos outros livros da autora.
Ela que também é chamada de apóstola avisa que a palavra Pharmakeia além de ser um demônio significa feitiçaria, em seu livro ela vai explicar os horrores cometidos pelos farmacêuticos os perigosos de se tomar os remédios produzidos por eles. Ela diz que em Jesus é onde encontramos a cura para as nossas enfermidades.
A resenha do livro diz que “12 milhões de pessoas morrem todos os anos devido aos efeitos colaterais de medicamentos prescritos de maneira legal. As empresas farmacêuticas são uma indústria que move trilhões de dólares anualmente e promovem a doença em vez da saúde, tudo com o intuito de ganhar dinheiro. Nunca na História as pessoas estiveram tão doentes quanto hoje.
O consumo de remédios aumentou de dois comprimidos em média por pessoa em 1950 a 18 pílulas diárias em 2009. A morte devido a medicamentos é 10 vezes maior que a causada pelo uso de drogas ilegais. 30% dos pacientes em hospitais estão internados por causa de efeitos colaterais de remédios consumidos. Milhões de pessoas estão em cativeiro acreditando que a resposta para suas doenças está nos remédios.”

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Medalhas da Olimpíada de 2012 são divulgadas


Os holandeses Hendrikus Petros Maria e Ivete Theodora Adriana foram indiciados por abandono de incapaz, por terem deixado os três filhos, com idades entre 4 anos e 7 meses, sozinhos em um veleiro, ancorado a 300 metros do Iate Clube do Rio de Janeiro, na Urca, zona sul. As crianças foram resgatadas por bombeiros depois que pescadores ouviram o choro que vinha da embarcação. A família não pode deixar a cidade até que o caso seja julgado.

Os gritos das crianças - um menino de 4 anos, uma menina de 2, e um bebê de 7 meses - foram ouvidos por pescadores, por volta das 20 horas, que avisaram o 1.º Grupamento Marítimo (GMar) de Botafogo. Os bombeiros, então, começaram a procurar as crianças por entre os barcos ancorados, até encontrar os holandeses. Os irmãos não usavam coletes salva-vidas.

Os três foram levados para o Iate Clube, onde havia um vernissage do artista plástico Eduardo Camões, com cerca de 100 convidados. "Minha mãe veio correndo, dizendo que havia acontecido alguma coisa no mar e crianças estavam chorando", contou Maria Cristina Skowronski-Flynn, que vive nos Estados Unidos, e está de férias no Rio, onde é proprietária da empresa Bela Vista Rio.

Como as crianças falam inglês, Maria Cristina tentou acalmá-las. "O menino de 4 anos chorava muito. Ele estava desesperado, não sabia dizer onde os pais estavam. Fomos para uma sala de recreação infantil e pedimos comida para eles, enquanto tentávamos acalmá-los", contou. Uma equipe do Corpo de Bombeiros permaneceu no veleiro, à espera dos pais das crianças. Quando o casal de holandeses voltou, por volta das 21 horas, se mostrou surpreso com a movimentação de bombeiros. Eles contaram que deixaram as crianças dormindo e saíram num bote para ir até o barco de amigos.

O casal foi indiciado por abandono de incapaz, pagou uma fiança de R$ 1 mil e está impedido de deixar o País. Um representante do consulado holandês assinou termo responsabilizando-se pela permanência do casal no Brasil e as crianças foram devolvidas para os pais.

sábado, 23 de julho de 2011

Caso da menina que chora sangue é desvendado

Nesta terça-feira, a Sociedade Brasileira de Clínica Médica, divulgou um laudo

sobre o caso da menina de Meridiano, São Paulo, que chora sangue. Foi constatado que o fato ocorre, porque os vasos sanguíneos próximos aos olhos se rompem com o aumento da pressão. A adolescente Débora Santos, de 17 anos, já está em tratamento e os remédios apresentaram resultados positivos.

A menina ficou internada no Hospital São Paulo durante 13 dias. Depois de uma bateria de exames, uma equipe formada por oftalmologistas, neurologistas, psicólogos, psiquiatras e especialistas em coagulação comprovaram que não há nada grave.

O chefe da equipe médica, Antônio Carlos Lopes, disse que os sintomas que antecedem o sangramento na paciente são aumento da pressão na cabeça e calor no rosto. A equipe trabalha com a possibilidade de se tratar de uma disfunção neurovegetativa com alteração da vasomotricidade. É possível que essa disfunção seja consequência de traumas sofridos na infância.

O tratamento está sendo efetuado com um calmante leve e os médicos também recomendaram que ela receba acompanhamento psicoterápico. O remédio ministrado protege o coração, estabiliza a pressão arterial e diminui as chances de infarto e arritmia.

A adolescente começou a sangrar aos 14 anos, após uma agressão. Segundo parentes, Débora trabalhava como babá e a patroa bateu nela.
Cantora tinha 27 anos
Morreu a cantora britânica Amy Winehouse

23.07.2011 - 17:31 Por PÚBLICO




A cantora britânica Amy Winehouse foi esta tarde encontrada morta no seu apartamento em Londres.

A cantora no festival Rock in Rio, em Lisboa A cantora no festival Rock in Rio, em Lisboa (Nacho Doce/Reuters)

Segundo a estação de televisão britânica, os serviços médicos de Londres foram chamadas ao local já por volta das 16 horas.

As causas da morte da cantora, de 27 anos, ainda não são conhecidas.

Os representantes de Amy Winehouse tinham cancelado todos os concertos da sua digressão europeia, incluindo uma actuação no Festival Sudoeste em Agosto, alegando “problemas de saúde”.

Várias vezes, a cantora que em 2006 chegou aos tops internacionais com o premiado álbum “Back to Black” esteve internada em clínicas de reabilitação e desiludiu os fãs por causa de más prestações em palco devido a excesso de álcool e problemas associados a drogas.

O cancelamento da digressão foi decidido depois de um concerto, em Junho, em Belgrado, onde deixou cair várias vezes o microfone em palco e onde acabaria por desaparecer do palco, não se lembrando das letras das suas músicas.

A projecção que Amy Winehouse ganhou quando lançou o seu primeiro álbum, “Frank”, de 2003, e os elogios que recebeu da crítica – que a comparou às vozes de Sarah Vaughan ou Macy Gray – viria a revelar-se um círculo de decadência a partir de 2006.

Desde “Back to Black”, colaborou apenas com alguns artistas e o álbum que começou a ser produzido em 2008 não chegou sequer a ficar concluído.

A última vez que Amy Winehouse apareceu em público foi na qarta-feira, no Roundhouse, em Londres, onde apareceu em palco ao lado de Dionne Bromfield.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Justiça italiana obriga casal a se separar após marido mudar de sexo



A Justiça italiana obrigou um casal da cidade de Bolonha a se separar contra a própria vontade, depois que o homem trocou de sexo e se tornou mulher.

Alessandro Bernaroli, de 40 anos, se submeteu a uma operação de troca de sexo em 2009, quatro anos após ter se casado no civil e no religioso. Ele passou a se chamar de Alessandra e não tinha a intenção de se separar da esposa. Nem ela dele.

Em outubro do ano passado, um tribunal de Modena, cidade onde foi celebrado o casamento, reconheceu que o casal tinha o direito de permanecer unido legalmente.

Agora, uma sentença do tribunal de apelação de Bolonha, onde eles moram, impôs o divorcio, alegando falta de diversidade sexual entre os cônjuges.
Regularização

O problema surgiu quando Alessandra foi regularizar seus documentos com a nova identidade feminina na prefeitura. Um funcionário anulou o casamento alegando não ser possível legalizar a união entre duas mulheres.

"Pensei que fosse suficiente mudar o nome na certidão de casamento, mas eles decidiram que a gente tinha que se separar", disse ela à BBC Brasil.

Segundo o advogado do casal, embora a legislação italiana não reconheça os casamentos entre pessoas do mesmo sexo, não há lei que os obrigue a se divorciar sem o próprio consentimento.

"A lei de ratificação da identidade sexual não prevê a dissolução automática do casamento. E ainda que a mudança de sexo seja motivo para pedir o divórcio, ele deve ser solicitado pelo cônjuge", explicou o advogado Michele Giarratano ao jornal La Repubblica.
Discriminação

O casal se considera vítima de discriminação. "É uma situação intolerável, pois não se julga com base na legislação existente e sim no preconceito. Não queremos que nosso casamento tenha uma definição: homossexual, transexual ou heterossexual, mas continuar vivendo como antes", diz Alessandra.

Agora os advogados vão entrar com um recurso no tribunal de última instância, cuja sentença definitiva deve sair em 4 ou 5 anos.

"Enquanto isso, não sabemos se somos casados ou não, o que podemos e o que não podemos fazer. Isto fere nossa dignidade ", reclama.

Caso a última sentença seja negativa, Alessandra disse que pretende recorrer à Corte Europeia de Direitos Humanos e pedir asilo político a um país membro da União Europeia.

Ela é também ativista de um grupo que defende os direitos dos homossexuais e afirmou que deseja transformar seu caso numa batalha pelos direitos de todos.

"Queremos que a Itália seja como o Brasil, por exemplo, onde as pessoas do mesmo sexo já podem

Padre não celebra casamento de noiva sem calcinha e pelos pubianos


Foto/Imagem Padre não celebra casamento de noiva sem calcinha e pelos pubianos Estudos Biblicos

Padre Jonas Mourinho, 68 anos, responsável pela paróquia ‘Sagrada Família’ no Bairro do Vergel, localizado na periferia de Maceió em Alagoas, surpreendeu os 230 convidados de uma celebração de casamento religioso ao cancelar o evento devido à ausência de vestimenta íntima da noiva.

Padre Jonas já não havia gostado de notar o imenso decote nas costas do vestido de noiva da professora Enislene Alcântara, de 25 anos. Imediatamente após sua chegada no altar, quando se colocou de frente para o noivo o padre percebeu que o decote traseiro da moça permitia ver o derrière absolutamente desnudo.

Neste instante o padre solicitou que a noiva acompanhasse uma ministra da eucaristia até a sala de sacristia para averiguação. A ministra confirmou a suspeita do padre e o informou sobre o veredito. Depois de comunicar aos pais dos nubentes a decisão, Padre Jonas foi até ao altar avisar aos convidados que o casamento não seria realizado, pois a noiva ‘não estava respeitando o altar sagrado’.

Padre Jonas informou que é uma profanação a pessoa subir ao altar sem vestimentas íntimas. Ele ainda disse que a ministra da eucaristia havia notado que a noiva estava totalmente depilada na região pubiana, o que para o pároco é um flerte com a pedofília.

Segundo Padre Jonas “os pêlos pubianos marcam a transição entre a infância e a vida adulta, portanto retirá-los seria realizar apelo pedófilo para a prática sexual”. A noiva confirmou que estava sem calcinha e disse que se o padre notou este detalhe é porque “ao invés de celebrar ele estava pensando em ‘taradice’ comigo”.

O casal pretende agora celebrar o casamento em um terreiro de umbanda e assim homenagear a família do noivo que pratica esta religião. Padre Jonas deixou afixado na apostila do curso de noivas dois avisos: ‘noiva sem calcinha é satanás na cabecinha’ e ‘vagina careca é o diabo na boneca’. Assim ele espera não mais viver este tipo de constrangimento no altar.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Venha receber sua benção

Juiz e pastor que anulou a união gay diz que Eles não são uma família

O juiz de Goiás que mandou anular casamento gay Jeronymo Villas Boas(foto) contrariou a decisão do Supremo de aceitar a união estável de pessoas de mesmo sexo. E afirma que vai tomar a mesma decisão sempre que houver casos semelhantes.

O juiz de Goiás que mandou anular um casamento gay deu uma entrevista exclusiva ao Fantástico. Assista:


Uma assinatura histórica. Se dependesse do casal homossexual que casou em Goiás duraria para sempre. “Foi aquela muvuca no cartório porque foi a primeira do Brasil”, contou.

Mas durou pouco mais de um mês. A primeira união estável entre pessoas de mesmo sexo foi anulada por um juiz em Goiânia. “Ele comparou o nosso ato para o cartório como um ato criminoso, de um roqueiro que tira a roupa durante um show no palco”, diz o jornalista Léo Mendes.

Odílio e Léo foram ao Rio de Janeiro fazer outra escritura de união estável. “Sim! E não já juiz nesse país que irá nos separar”, disse Léo, no momento do sim.

A cerimônia se transformou em um protesto coletivo: 43 casais homossexuais firmaram compromisso em cartório, inclusive, Odílio e Léo.

Mas eles nem precisavam ter viajado. A corregedora de Justiça de Goiás Beatriz Figueiredo Franco anulou a sentença do juiz e deu validade ao primeiro documento assinado pelo casal. “Eu achei por bem tornar sem efeito a decisão, dado o alcance administrativo que esta significava”, diz a corregedora.

O Fantástico foi a Goiás encontrar o juiz Jeronymo Villas Boas que contrariou a decisão do Supremo Tribunal Federal de aceitar a união estável de pessoas de mesmo sexo. A equipe de reportagem chegou no momento em que ele recebia a notificação da corregedoria, revendo a sentença.

Perguntado sobre se não teria medo de uma punição, ele responde: “Medo não faz parte do meu vocabulário”.

Quem é o juiz que discordou do Supremo Tribunal Federal?

Repórter: O senhor é homofóbico?

Juiz: De modo algum.

Mineiro de Uberaba, 45 anos, casado, pai de dois filhos e vice-presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros. Jeronymo Villas Boas é juiz há 20 anos e diz que se baseou na lei para tomar sua decisão. “O que neste ato pretenderam os dois declarantes é obter a proteção do Estado como entidade familiar. Os efeitos jurídicos que se extrairia disso são efeitos jurídicos de proteção da família. Eles não são uma família”, afirma.

Ele argumenta que se ateve ao conceito de família definido pela Constituição brasileira: “Declara no artigo 16 que constitui família o núcleo formado entre homem e mulher. E dá a esse núcleo uma proteção especial como célula básica da sociedade. Família é aquele núcleo capaz de gerar prole”.

Para o juiz, a união estável de pessoas de mesmo sexo contraria esse conceito constitucional. Na opinião dele, casais gays não teriam como constituir nem família nem estado. “Se você fizer um experimento, levando para uma ilha do Pacífico dez homossexuais e ali eles fundarem um Estado, sob a bandeira gay, e tentarem se perpetuar como Estado, eu acredito que esse Estado não subsistiria por mais de uma geração”, argumenta.

A posição do juiz vai contra a interpretação do Supremo Tribunal Federal sobre o que é uma família. O ministro-relator Ayres Britto disse que a Constituição apenas silencia e, portanto, não proíbe a união homoafetiva. Em linguagem poética, o relatório dele, aprovado por unanimidade, diz que família é um núcleo doméstico baseado no afeito. E que os “insondáveis domínios do afeto soltam por inteiro as amarras desse navio chamado coração”.

Desde o ano passado, o juiz Jeronymo Villas Boas é também pastor da Igreja Assembleia de Deus, que frequenta toda semana. Para os que o acusam de fundamentalismo religioso, Jeronymo Villas Boas diz que já tomou decisões contra a sua própria igreja, negando pedidos de isenção de impostos. E afirma ter outras inspirações: “As pessoas, talvez, possam querer me criticar porque eu tenho uma forte influência marxista”, diz o juiz.

De Marx, o fundador do comunismo, a Martin Luther King, de quem tem um imenso painel. “O Martin Luther King foi um defensor da igualdade racial, mas também foi um defensor da família”, ele destaca.

Em uma biblioteca contígua ao gabinete dele, Jeronymo mostra à equipe de Vinicius de Moraes, ao famoso ensaio do psicanalista Roberto Freire sobre o desejo, e até uma bíblia em hebraico.

Diz que lê de tudo, sem preconceito. Mas não nega a influência de seus princípios religiosos. “A Constituição brasileira foi escrita sob a proteção de Deus. Querer que um juiz, que professa a fé evangélica, não decida questões que envolva conflitos, muitas vezes, de natureza política, social ou religiosa é negar a independência do juiz”, ele pondera.

E afirma que vai tomar a mesma decisão sempre que houver casos semelhantes. “Já solicitei de todos os cartórios que me remetam os atos que foram praticados a partir de maio deste ano para análise”, avisa.

O repórter pergunta se ele sabe que irá enfrentar uma briga e Jeronymo responde: “Não há problema. Se o juiz tiver medo de decidir, tem que deixar a magistratura. Juiz medroso ou covarde não tem condição de vestir a toga”.

Já quando perguntado sobre o que fará se for enquadrado pelos superiores, argumenta: “Eu tenho direito de defesa. Se me punirem sem o direito de defesa, nós entramos no regime de exceção”, afirma.

O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal, se diz perplexo com a atitude de Villas Boas. Para o ministro, nenhum juiz está acima das orientações do Supremo. “No meu modo de ver, a reiteração dessa prática por esse magistrado vai revelar a postura ostensiva de afronta à Suprema corte. Isso efetivamente vai desaguar em um processo disciplinar junto ao Conselho Nacional de Justiça”, alerta Fux.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Regulamentação legal do exercício do Ministério religioso no Brasil

Regulamentação legal do exercício do Ministério religioso no Brasil



*(01) **A função de Pastor, ou Ministro, ou Missionário, é classificada como profissão ou ocupação?***

Toda Ocupação que gera esforço mental, intelectual ou físico, e onde é necessário o dispêndio de horas nesta função, é uma atividade profissional, e o Ministério do Trabalho e Emprego, através da Classificação Brasileira de Ocupações - CBO, instituída por portaria ministerial nº. 397, de 9 de outubro de 2002 do Ministério do Trabalho e Emprego, classifica como Ocupação Profissional a função Pastoral.

*(02) **Qual é o Código da Ocupação Profissional de Pastor?***

Código da Classificação Brasileira de Ocupações nº 2631* - **Ministros de culto, missionários, teólogos e profissionais assemelhados.*

*(03) **Quais são as atividades relacionadas a esta ocupação?***

*As descrições das atividades desta ocupação são descritas pelo próprio Ministério do Trabalho e Emprego, em sua classificação 2631 como: “Realizam liturgias, celebrações, cultos e ritos religiosos; dirigem e administram comunidades; formam pessoas segundo preceitos religiosos das diferentes tradições; orientam pessoas; realizam ação social junto á comunidade; pesquisam a doutrina religiosa; transmitem ensinamentos religiosos; praticam vida contemplativa e meditativa; preservam suas tradições e, para isso, é essencial o exercício continuo de suas competências pessoais específicas”.*

*(04) **Existe outro código que regulamente a função Pastoral?*

Sim, a própria Receita Federal Brasileira, em seu Código de Natureza de Ocupação, cadastra as atividades pastorais como Código 263: Sacerdote, Membro de ordem ou seitas religiosas.

*(05) **Então, por que preciso me associar a um Conselho de Pastores ou Associação Profissional de Pastores?** *

Por várias razões, dentre elas, por que em breve a Função Pastoral será regulamentada como Profissão, deixando de ser apenas uma Atividade ou Função e a Consolidação das Leis do Trabalho em seu Art. 511, diz que “*É lícita a associação* para fins de *estudo*, *defesa e coordenação dos seus interesses * econômicos ou *profissionais de todos os que*, como empregadores, empregados, agentes ou trabalhadores autônomos ou *profissionais liberais exerçam*, respectivamente, *a mesma atividade (ocupação)* ou profissão ou atividades ou profissões similares ou conexas.” E este artigo ainda afirma em seu parágrafo § 3º que toda “*Categoria profissional diferenciada é a que se forma dos empregados que exerçam profissões ou funções diferenciadas...”*

*(06) Então a associação a um Conselho de Pastores pode me gerar benefícios?*

Sim, pois além desta Associação de Pastores defenderem os seus interesses e direitos, diretos e indiretos, coletivos ou difusos, dentro de suas atividades fins (religiosas), ela também defende os seus associados perante a sociedade Brasileira, além de coordenar estudos, cursos, habilitações, reconhecimentos, legalizações e promover toda espécie de atividades, em direito admitido, para defender os interesses de seus associados.

*(07) **A Constituição Federal Brasileira garante os meus direitos como pastor?***

Sim. Em vários artigos da CFB, os direitos dos pastores, da liberdade religiosa, do direito de culto, do direito de manifestação religiosa, intelectual e pessoal, são defendidos. Abaixo seguem os principais artigos e parágrafos, relacionados à nossa atividade fim e ao direito de associação a um conselho que reunirá profissionais de uma mesma área de ocupação:

Art. 5º. Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:

I - homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações, nos termos desta Constituição;

IV - é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato;

VI - é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e as suas liturgias;

VII - é assegurada, nos termos da lei, a prestação de assistência religiosa nas entidades civis e militares de internação coletiva;

VIII - ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política, salvo se as invocar para eximir-se de obrigação legal a todos imposta e recusar-se a cumprir prestação alternativa, fixada em lei;

XIII - é livre o exercício de qualquer trabalho, ofício ou profissão, atendidas as qualificações profissionais que a lei estabelecer;

XVII - é plena a liberdade de associação para fins lícitos, vedada a de caráter paramilitar;

XVIII - a criação de associações e, na forma da lei, a de cooperativas independem de autorização, sendo vedada a interferência estatal em seu funcionamento;

XX - ninguém poderá ser compelido a associar-se ou a permanecer associado;

XXI - as entidades associativas, quando expressamente autorizadas, têm legitimidade para representar seus filiados judicial ou extrajudicialmente.

As faculdades que não aprovam alunos no exame da OAB

As faculdades que não aprovam alunos no exame da OAB

Posted: 05 Jul 2011 11:39 AM PDT

A Ordem dos Advogados do Brasil divulgou nesta terça-feira a lista de 90 instituições de ensino superior que não conseguiram aprovar nenhum aluno no último exame da OAB. Ao todo, 610 universidades participaram da prova.

Confira a lista completa divulgada pela OAB

Os estados com maior número de universidades “reprovadas” naa valiação são, em ordem: São Paulo (17), Bahia (10), Paraná (10), Minas Gerais (9), Espírito Santo (7), Distrito Federal (3), Goiás (3) e Rio de Janeiro (3).

Nesta segunda-feira, o presidente da OAB, Ophir Cavalcanti, já havia revelado que irá pedir ao Ministério da Educação (MEC) que supervisione as instituições que não conseguiram aprovar nenhum bacharel. Atualmente, essa fiscalização acontece por meio do desempenho no Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade). Nesses casos, o ministério estabelece metas a serem cumpridas sob pena de redução de vagas, suspensão e até fechamento de cursos.

No início do mês de junho, o MEC anunciou o fechamento de 11.000 vagas de direito de todo o país, afetando 136 cursos. Menos de dez dias depois, fechou mais 281 cadeiras, em seis cursos.

De acordo com Ophir Cavalcanti, em entrevista à Agência Brasil, algumas instituições têm cometido “estelionato educacional”. “O descompasso na qualidade do ensino contribui para desmerecimento das profissões jurídicas como um todo”, afirmou. Informações Veja.

A Ordem dos Advogados do Brasil divulgou nesta terça-feira a lista de 90 instituições de ensino superior que não conseguiram aprovar nenhum aluno no último exame da OAB. Ao todo, 610 universidades participaram da prova. Confira a lista completa divulgada pela OAB Os estados com maior número de universidades “reprovadas” naa valiação são, em ordem: São Paulo (17), Bahia (10), Paraná (10), Minas Gerais (9), Espírito Santo (7), Distrito Federal (3), Goiás (3) e Rio de Janeiro (3). Nesta segunda-feira, o presidente da OAB, Ophir Cavalcanti, já havia revelado que irá pedir ao Ministério da Educação (MEC) que supervisione as instituições que não conseguiram aprovar nenhum bacharel. Atualmente, essa fiscalização acontece por meio do desempenho no Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade). Nesses casos, o ministério estabelece metas a serem cumpridas sob pena de redução de vagas, suspensão e até fechamento de cursos. No início do mês de junho, o MEC anunciou o fechamento de 11.000 vagas de direito de todo o país, afetando 136 cursos. Menos de dez dias depois, fechou mais 281 cadeiras, em seis cursos. De acordo com Ophir Cavalcanti, em entrevista à Agência Brasil, algumas instituições têm cometido “estelionato educacional”. “O descompasso na qualidade do ensino contribui para desmerecimento das profissões jurídicas como um todo”, afirmou. Informações Veja.

sábado, 2 de julho de 2011

Morre o senador e ex-presidente Itamar Franco aos 81 anos

SÃO PAULO - O senador e ex-presidente Itamar Franco morreu neste sábado, aos 81
anos, no Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo. Ele foi diagnosticado com leucemia e está internado desde o dia 21 de maio. Na sexta-feira, o estado de saúde do ex- presidente piorou e foi levado para a UTI, com pneumonia grave.

Itamar Augusto Cautiero Franco talvez seja o único mineiro que tenha nascido em alto-mar. Foi em junho de 1930, quando sua mãe viajava em um navio do Rio de Janeiro para Salvador e por isso foi obrigada a registrar o filho na capital baiana. No ano seguinte, o "erro" seria corrigido com o registro da certidão de batismo, que traz Juiz de Fora como sua verdadeira terra natal.

Na cidade mais importante da Zona da Mata mineira Itamar viveu a infância e a juventude ao lado da maior parte de sua família, mas órfão do pai, que morreu antes que ele nascesse. Descendente de italianos, a mãe Itália Cautieiro passou um dobrado para manter a família com a venda de marmitas. Ela morreu em 1992, vinte dias antes da posse oficial do filho caçula como presidente da República do Brasil. Mas essa é outra história.

Itamar gostava de jogar basquete. No fim da adolescência, escolheu seguir a profissão do pai e formou-se em Engenharia Civil e Eletrotécnica na Universidade Federal de Juiz de Fora. No entanto, a militância estudantil no Diretório Acadêmico foi mais prolífica do que a lida com planilhas e cálculos, ainda que no início da carreira o tino para a política tão parecesse algo tão definitivo: aos 28 anos candidatou-se a vereador pelo PTB e perdeu as eleições. O mesmo ocorreu quatro anos depois, quando tentou ser vice-prefeito.

Por ser amigo do governador mineiro Magalhães Pinto, sobreviveu ao golpe de 1964 e não foi cassado, como ocorreu com a maior parte dos colegas do PTB. A primeira vitória chegaria em pouco tempo. Filiado ao MDB, foi escolhido prefeito de Juiz de Fora em 1966, feito que se repetiria em 1972, ao ser reeleito. Como administrador da sua cidade de coração, dividiu a experiência de poder com figuras que vinte anos depois escolheria para ocupar cargos chaves no Planalto Central, como o professor Murilo Hingel (futuro ministro da educação), Mauro Durante (futuro secretário-geral), Djalma Moraes (Comunicações), Alexis Stepanenko (Planejamento) e a família de Henrique Hargreaves (Casa Civil). No governo federal, formariam juntos o núcleo daquela que viria a ser conhecida conhecida como a República de Juiz de Fora, ou República do Pão de Queijo. Mas ainda chegaremos lá.

Itamar Franco era daqueles tipos de líder que não se isolam na hora de tomar decisões - no seu caso, quase todas cheias de suspense e emoção. Preferia estar cercado por colaboradores e mantinha o hábito de consultar pessoas simples - do garçom do cafezinho à faxineira - para arejar a mente ao ser desafiado a tomar medidas complexas. Já era assim em 1974, quando exercia o segundo mandato como prefeito e decidiu renunciar para concorrer ao Senado pelo mesmo MDB. A decisão final só veio depois de ouvir a opinião do seu motorista, minutos antes do prazo.

- A vontade dele sempre prevalecia no final, apesar de ser um bom ouvinte e não ter vergonha de voltar atrás - lembra e contemporiza o fiel escudeiro Henrique Hargreaves.

Naquele tempo também era possível observar os primeiros sinais da estrela que carregaria por toda vida: algo que muitos chamariam de senso de oportunidade, outros classificariam como pura sorte. As chances de vitória na disputa pelo Senado eram as mais remotas. O candidato natural do MDB era Tancredo Neves, mas o mineiro temia perder para o candidato do partido do Regime Militar, a Arena, por isso lançou Itamar ao sacrifício. Na hora das urnas, a oposição surpreendeu em todo o Brasil. Itamar foi eleito por Minas e repetiu a dose em 1982, com o partido já renomeado como PMDB.

Perdeu o controle da legenda em Minas em 1986 e tentou o governo do Estado pelo PL. Mas foi derrotado por Newton Cardoso, justamente o candidato do PMDB. Voltou para o Senado e encerrou o mandato com a participação na Assembleia Constituinte de 1987 no currículo.

Desde a época em que era prefeito, Itamar gostava de dizer que se considerava um político de esquerda, embora pouquíssimas vezes tenha composto com os partidos mais tradicionais deste campo. Foi mais eficiente que os colegas na hora de reforçar a imagem de político com postura pública marcada pela seriedade e a austeridade. Surpreendeu a muitos correligionários quando aceitou ser vice candidato na chapa de Fernando Collor (PRB) à Presidência, em 1989. Mas era a única e melhor chance de alcançar o cargo máximo da República, o que viria a acontecer em pouco tempo.

O temperamento intempestivo do mineiro e do cabeça da chapa não poderia ter outro resultado: desde a campanha os dois se desentendiam com frequência e o clima não ficou melhor quando Collor assumiu o cargo. Itamar sempre foi uma pessoa difícil de lidar. Não era vaidoso. Mas orgulhoso, sensível a críticas e muito agarrado às suas causas. Achava que era perseguição Collor escolher justamente a Usiminas na primeira etapa de um processo de privatização, ao qual se opunha inicialmente. Quando contrariado, tremia até o topete (mantido desde a juventude e sem adição de produtos de beleza, garantem os mais próximos).

Um ano e meio depois da eleição, escândalos de corrupção envolvendo pessoas diretamente ligadas ao presidente começaram a manchar o mandato e meses antes do impeachment de Collor Itamar percebia que a situação era insustentável. Naquela época já reunia auxiliares para que diagnosticassem os principais problemas do país e iniciassem um desenho do que poderia vir a ser o seu governo. Com o afastamento definitivo de Collor, assumiu o cargo apoiado por um amplo leque partidário, num esforço claro para manutenção da ordem democrática há tão pouco tempo conquistada.

- Pode orgulhar-se a Nação capaz de dominar as suas mais graves crises políticas na ordem da Lei. Sábio é o povo que, na conquista e preservação de sua própria liberdade, expressa veemência no clamor das ruas e na serenidade de seus atos - discursou pela primeira vez na TV como presidente, às vésperas da passagem de 92 para 93.

Apesar da amplitude de apoio ao seu governo, o núcleo duro era mesmo formado pelos amigos do tempo de Juiz de Fora, somados a poucos parceiros da época do Senado, como Maurício Corrêa, que viria a ser nomeado ministro da Justiça. Não havia outro jeito, afinal, conhecia pouca gente no Rio ou São Paulo, e não tinha canais com o mundo acadêmico, empresarial ou sindical. Até mesmo no mundo político sua base era considerada precária e pouco capilarizada. Ainda assim Itamar foi hábil suficiente para garantir a estabilidade política do país depois do maior escândalo político da vida nacional.

O núcleo estava sempre por perto e o aconselhava, mas não foi capaz de evitar um dos episódios mais curiosos do período. Com o suspeito argumento de que o último presidente a participar do carnaval teria sido Hermes da Fonseca, em 1913, Itamar partiu para o desfile das escolas de samba do Rio de Janeiro em fevereiro de 1994, onde protagonizou cena inesquecível ao lado da "modelo" cearense Lilian Ramos, de 27 anos. O encontro ficou famoso por causa de uma ausência: a calcinha da jovem com quem sambou, trocou palavras de pé de ouvido e até telefones. Jantariam na noite seguinte, se a imagem do presidente da República em flerte explícito com uma mulher seminua não tivesse rodado o mundo e instalado uma crise que, no fim das contas, só serviu para encerrar abruptamente o romance.

No seu governo a população participou do plebiscito que reafirmou a escolha do regime presidencialista para o país. Promoveu o fim da hiperinflação (que chegava a 1.100% em 1992) ao executar o Plano Real. A medida foi gestada por quase um ano por um grupo de economistas e colocado a cabo pelo sociólogo Fernando Henrique Cardoso, indicado por Itamar para o Ministério da Fazenda. O plano garantiu a normalização da atividade econômica e permitiria, e nos anos seguintes, a retomada do desenvolvimento econômico e social do Brasil. Esta conquista sempre foi até o fim da vida o seu maior motivo de orgulho. Itamar Franco morreu ontem, xxxxx. Deixa duas filhas e dois netos.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Eleições municipais serão realizadas em 7 e 28 de outubro de 2012

O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) aprovou nesta terça-feira (28) o calendário eleitoral para as eleições municipais de 2012. O plenário do tribunal definiu que o primeiro turno será realizado em 7 de outubro. Nos municípios onde a disputa chegar ao segundo turno, o novo pleito acontecerá no dia 28 do mesmo mês.

No ano que vem, candidatos disputam os cargos de prefeitos, vice-prefeitos e vereadores.